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quinta-feira, 17 de outubro de 2013

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Estudantes de eletrônica do Sul criam protótipo de bengala para cegos

17/10/2013
Estudantes de um curso de eletrônica de Criciúma, no Sul catarinense, desenvolveram um protótipo de bengala eletrônica para uma feira de tecnologia da escola com a intenção de auxiliar deficientes visuais. O objeto funciona com um sensor que captura informações do ambiente e manda sinais para um circuito que faz o cabo vibrar. Os alunos querem patentear a ideia, como mostrou reportagem do Jornal do Almoço.

A bengala eletrônica ainda é um protótipo, um tubo de PVC improvisado. Marciel Donadel, de 16 anos, que teve a ideia de montar o aparelho, explicou que o sensor funciona em um raio de dois a três metros. O equipamento capta as informações e as envia para um circuito, localizado no meio da bengala. “Dali faz um processo de programação, que manda um tanto de pulso para a parte superior, onde tem um motorzinho”, continuou. “Vibra de acordo com a aproximação do objeto”, finalizou.

Tudo começou com um desafio proposto por um professor no começo do ano. Os estudantes tinham que desenvolver um projeto para uma feira de tecnologia da escola. “Partindo de um brainstorm dos projetos, a gente analisou os melhores para serem efetuados. Então esse foi um que a gente analisou, viu que daria para fazer e acabou concluindo com sucesso”, explicou o professor Cleber Izidoro.

O estudante Marciel Donadel tem uma avó deficiente visual e, pensando em facilitar a vida de quem não enxerga, resolveu aplicar os conhecimentos do curso. “Eu achei uma bengala da qual já estavam fazendo protótipo fora do Brasil, só que o preço dela era muito elevado. Eu trouxe a ideia para o professor, ele aprovou e gostou da ideia e depois a gente começou com um grupo a desenvolver o projeto”, contou o aluno.

Toda a execução foi em equipe. O grupo de sete estudantes levou meses para chegar até o resultado final. “Foi difícil porque engloba todas as matérias do curso. Então a gente teve que trabalhar bastante em cima e fazer muitos testes para ver se chegava naquilo que a gente queria”, afirmou o estudante Cauã Taraskevicius Abril.

Deficiente visual há 14 anos, o aposentado Laélio Inácio testou a invenção. “A ideia é fantástica porque a ferramenta mais importante de um cego realmente é a bengala. E tudo o que vier a ajudar na locomoção das pessoas com deficiência visual é bem-vindo”, elogiou.

A intenção é aperfeiçoar a bengala eletrônica. Marciel Donadel contou que “agora a gente está tentando fazer a patente da bengala, que é a ideia, não exatamente patentear o protótipo”.

Fonte: G1


CNPq abre edital de R$ 13 milhões a projetos de tecnologia assistiva

17/10/2013
Estão abertas até o dia 8 de novembro inscrições de propostas da chamada pública nº 84/2013, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). O edital visa apoiar projetos de pesquisa científica e tecnológica com temas ligados à tecnologia assistiva, dentro das ações do Plano Nacional dos Direitos das Pessoas com Deficiência - Viver sem Limite.

Serão R$ 13 milhões destinados a itens de custeio, capital e bolsas. As propostas devem focar no desenvolvimento e na entrega de produtos ou serviços tecnológicos voltados ao atendimento das necessidades de pessoas com deficiência, incapacidades ou mobilidade reduzida, a fim de prover a esses cidadãos mais autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social. Estão excluídas as instituições beneficiadas pelas chamadas públicas do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) nos dois últimos anos.

Acesse a chamada pública no site do CNPq

Fonte: SDH/PR


CRUZ ALTA – Sipat inicia com programa de Inclusão da pessoa com deficiência no HSVP

17/10/2013
Iniciou na tarde desta segunda-feira (14/10) a Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho (Sipat) do Hospital São Vicente de Paulo (HSVP) de Cruz Alta. O tema Sala sensorial, caminho às escuras: Inclusão da Pessoa com Deficiência integra a primeira atividade desenvolvida a partir do programa Inclusão da Pessoa Com Deficiência (IPCD) no HSVP.

Após a abertura oficial da Semana feita pelo diretor executivo Osmar Arcanjo de Oliveira, os colaboradores participaram da palestra ministrada pela graduada em artes plásticas e pós-graduada em educação infantil com especialização em educação especial, Cibele da Costa Hubner, que propôs diferentes dinâmicas, incluindo a leitura em braile.

Posteriormente, a mediadora de educação especial e pedagoga da 9ª Coordenadoria Regional da Educação, Elizabeth Belzarena realizou uma oficina sensorial, onde os colaboradores vendados percorriam um trajeto onde estimulavam os sentidos do tato, olfato, audição e paladar. A colaboradora do HSVP, Andrea Schubert e a aluna da Escola Annes Dias, Gabriela que possuem deficiência visual auxiliaram na condução dos participantes da oficina pelo circuito sensorial.

Também prestigiou a ação, o representante da Associação dos Deficientes Visuais de Cruz Alta (Adevica) Ilson Willers.

A Sipat organizada pela Comissão da Cipa e Segurança e Medicina do Trabalho será realizada todas as tardes até a sexta-feira (18/10).

Fonte: Assessoria de Comunicação do Hospital São Vicente de Paulo de Cruz Alta

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