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segunda-feira, 3 de junho de 2019

OMS pede ação imediata nas Américas para prevenir poliomielite




OMS pede ação imediata nas Américas para prevenir poliomielite

A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), escritório regional da Organização Mundial da Saúde (OMS), afirmou nesta semana (23) que os países das Américas devem tomar medidas imediatas para aumentar a cobertura de vacinação contra a poliomielite. Imunização deve alcançar 95% da população, segundo o organismo. Apelo foi feito às vésperas do Dia Mundial Contra a Pólio, lembrado neste 24 de outubro.
Mãe e filho no Equador para a aplicação da vacina contra a pólio. Foto: OPAS
Mãe e filho no Equador para a aplicação da vacina contra a pólio. Foto: OPAS
A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), escritório regional da Organização Mundial da Saúde (OMS), afirmou nesta semana (23) que os países das Américas devem tomar medidas imediatas para aumentar a cobertura de vacinação contra a poliomielite. Imunização deve alcançar 95% da população, segundo o organismo. Apelo foi feito às vésperas do Dia Mundial Contra a Pólio, lembrado neste 24 de outubro.
O continente americano permaneceu livre de casos do poliovírus selvagem por 27 anos — o último caso de infecção foi detectado em 23 de agosto de 1991, no Peru. Os países das Américas conseguiram eliminar a pólio alcançando altas taxas de cobertura vacinal de crianças. O sucesso da erradicação também é creditado a uma contínua vigilância epidemiológica, a fim de garantir a identificação precoce de surtos.
“A região das Américas não tem pólio, mas enquanto houver até um caso de poliomielite em qualquer parte do mundo, ainda estamos em risco”, afirmou o subdiretor da OPAS, Jarbas Barbosa.
“Ao alcançar e manter uma alta cobertura vacinal e ao fortalecer a vigilância epidemiológica, podemos transformar em realidade o sonho de um futuro livre da pólio no mundo”, acrescentou.
Apesar do sucesso das duas últimas décadas, relatórios recentes mostram que os Estados das Américas não estão mantendo a vacinação a 95% – taxa exigida em todos os níveis para prevenir a transmissão da pólio. Isso significa que algumas comunidades estão em risco de não conseguirem prevenir um surto, caso a doença seja introduzida no território por pessoas de outras regiões ou se houver um caso de poliovírus derivado da vacina.

Pólio e as Américas

A poliomielite é uma doença altamente contagiosa, causada por um vírus que invade o sistema nervoso, provocando paralisia em questão de horas. A patologia afeta principalmente crianças com menos de cinco anos e é transmitida de pessoa para pessoa. Embora não haja cura, o vírus é evitável por meio da vacina. A imunização contra a poliomielite, administrada várias vezes, pode proteger a criança por toda a vida.

As taxas de cobertura de vacinação
devem ser aumentadas imediatamente
para proteger as crianças de nossa
região desta doença mortal.

Em 1975, quase 6 mil casos de pólio foram registrados nas Américas. Mais de 15 anos depois, em 1991, foram detectados os últimos seis episódios da doença na região. Em 1994, a infecção foi formalmente declarada eliminada do continente. Desde então, nenhuma criança no território americano ficou paralisada pelo poliovírus selvagem.
A OPAS trabalha com os países para garantir que, a cada ano, mais de 95% das crianças com menos de um ano de idade sejam vacinadas contra a pólio, em todos os municípios dos países das Américas. As parcerias da agência da ONU também visam fortalecer o monitoramento de casos de paralisia flácida aguda.
O organismo regional ajuda seus Estados-membros a cumprir os requisitos da Iniciativa de Erradicação Global da Pólio, do Plano Estratégico para Erradicação da Poliomielite e a Fase Final e da Comissão Global de Certificação da Erradicação da Poliomielite.
“Quando se trata de manter as Américas livres da pólio, não há lugar para a complacência”, defende Cuauhtémoc Ruiz Matus, chefe da Unidade de Imunização Integral da Família da OPAS.
“As taxas de cobertura de vacinação devem ser aumentadas imediatamente para proteger as crianças de nossa região desta doença mortal. Enquanto a poliomielite existir em qualquer lugar, é uma ameaça para as crianças em todos os lugares.”

Erradicação mundial

Os casos de pólio no mundo diminuíram mais de 99% desde 1988, saindo de uma estimativa de mais de 350 mil ocorrências para apenas 20 episódios notificados em outubro de 2018. Se uma única criança estiver infectada com o poliovírus, meninos e meninas em todos os países estarão em risco. O poliovírus pode ser facilmente “importado” para uma nação livre da pólio e pode se espalhar rapidamente entre as populações não imunizadas. Por isso, é tão importante manter uma alta taxa de cobertura vacinal.
Hoje, o mundo está mais perto do que nunca de alcançar o objetivo de erradicar a pólio. Em nível global, há menos casos agora do que em qualquer outro momento da história. Quatro das seis regiões da OMS foram certificadas como livres da pólio e apenas um dos três tipos de poliovírus selvagem, o tipo 1, continua circulando no mundo.
À frente do árduo trabalho que resultou nessas conquistas, está a Iniciativa Global de Erradicação da Pólio. O programa é liderado pela OMS, Rotary Internacional, os Centros para Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC), o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e a Fundação Bill e Melinda Gates.
A erradicação global da poliomielite significará um mundo sem essa doença para as futuras gerações. O feito também permitiria uma economia de 40 a 50 bilhões de dólares. O fracasso em atingir a meta de erradicação levaria ao reaparecimento da doença, com cerca de 200 mil casos por ano em todo o mundo.
“Com o compromisso de todos, a poliomielite será a primeira doença a ser erradicada no século XXI”, completou Jarbas Barbosa. “Todos nós devemos agir agora para proteger nossos filhos.”

Dia Mundial Contra a Pólio

O Dia Mundial Contra a Pólio foi criado pela Rotary Internacional há uma década para comemorar o nascimento do cientista Jonak Salk, que liderou a primeira equipe a desenvolver uma vacina para a poliomielite. Desde então, a data tem sido usada para conscientizar a comunidade internacional sobre a importância da vacinação na erradicação do vírus. O dia é comemorado todos os anos em 24 de outubro.

quarta-feira, 10 de abril de 2019

A 9ª edição do Dia A - Caminhada pelo Autismo reúne centenas de pessoas na Redenção

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A 9ª edição do Dia A - Caminhada pelo Autismo reúne centenas de pessoas na Redenção


08/04/2019
A 9ª edição do Dia A reuniu centenas de pessoas no domingo, 07 de abril, no Parque da Redenção, trazendo informação, brincadeiras lúdicas e uma caminhada pelo Brique da Redenção.



Clique aqui para mais informações!



Fonte: ASCOM SJCDH




Fundação de Articulação e Desenvolvimento de Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência e com Altas Habilidades no Rio Grande do Sul FADERS
Rua Duque de Caxias, 418 - Bairro Centro - Porto Alegre/RS - CEP: 90.010-280
Telefone/Fax: (51) 3287-6500 - faders@faders.rs.gov.br
Horário de atendimento: De segunda à sexta-feira das 8h ás 12h e das 13h30 ás 17h30

FADERS -Acessibilidade e Inclusão aborda a temática da Deficiência Intelectual em aula na UFCSPA

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FADERS -Acessibilidade e Inclusão aborda a temática da Deficiência Intelectual em aula na UFCSPA


08/04/2019
No dia 05 de abril, a coordenadora de atendimento e fonoaudióloga da FADERS-Acessibiliddae e Inclusão, Mirelle Duarte, ministrou a aula "Atuação Fonoaudiológica na criança com Deficiência Intelectual"  para a turma de quinto semestre da Faculdade de Fonoaudiologia da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA).

A aula abordou as questões relacionadas à comunicação da pessoa com deficiência intelectual e suas potencialidades.

A FADERS - Acessibilidade e Inclusão possui termo de cooperação técnica com a UFCSPA há 8 anos e os alunos de fonoaudiologia do sétimos e oitavos semestres realizam estágio obrigatório no Centro de Atendimento e Desenvolvimento de  Estudos e Pesquisas (CADEP) da Fundação, realizando atendimentos fonoaudiológicos.

Fonte: ASCOM FADERS- Acessibilidade e Inclusão




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VACINAÇÃO CONTRA A GRIPE 2019

quinta-feira, 1 de novembro de 2018

I ENCONTRO NACIONAL SOBREVIVENTES DA POLIO- SPP (G14)

http://www.sppolio.inf.br/index.php/i-encontro-joao-pessoa/?fbclid=IwAR2WkNbhb9upx3cI3D3uOou_n_B6XcpYMqyN8L3VJaEYU9rqt2_col4h1j0
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PRAIA DO CABO BRANCO – JOÃO PESSOA – PARAÍBA
A iniciativa do I ENCONTRO NACIONAL surgiu do Grupo de watshapp SOBREVIVENTES PÓLIO-SPP, criado em Setembro de 2017, administrado por Silvana de Moraes (SP) e Josete Lacerda (PB). O objetivo do grupo sempre foi o de unir e reunir Sobreviventes da Pólio de todos os Estados do Brasil, lutar para que Associações se unissem em busca de Atendimento e Tratamento Multidisciplinar em nível Nacional, através dos serviços oferecidos por Unidades Referência no país.
O grupo já teve várias iniciativas na tentativa de minimizar os problemas vivenciados por todos, entre outros, uniu-se ao site : sppólio.in.br, diretora Maria Amélia dos Santos, criando a I Estatistica Nacional da Póliomielite. Foi criado o I CANAL NO YOUTUBE : Síndrome Pós-Poliomielite, onde recebe e publica vídeos populares, com a proposta de divulgar a “nova doença” e denunciar suas dificuldades. O I ENCONTRO NACIONAL DE SOBREVIVENTES DA PÓLIO é definitivamente “ápice” desses objetivos. Outros “encontros” virão e em breve Brasil saberá : “NÓS AINDA ESTAMOS AQUI”
PARA SABER SOBRE AS ATIVIDADES DO ENCONTRO FAÇA SUA INSCRIÇÃO NO LINK ABAIXO
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HOTEL,FLATS E HOSTEL
Aqui você pode encontrar o Albergue da juventude que são Hostel em todo mundo a preços bem baratinhos, se você dividir e indicar alguém vc ainda ganha desconto em dinheiro, mas se preferir hotéis ou flats vc também encontrar no link abaixo
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DESCONTOS EM PASSAGENS AÉREAS COM ACOMPANHANTE
Aqui você encontra os links das empresas aéreas e os formulários de cada uma para conseguir o desconto, a diferença entre eles é que o Fremec da descontos por um ano em todas as viagens e o Medif da desconto  cada viagem.

http://www.sppolio.inf.br/index.php/i-encontro-joao-pessoa/?fbclid=IwAR2WkNbhb9upx3cI3D3uOou_n_B6XcpYMqyN8L3VJaEYU9rqt2_col4h1j0

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Corregedoria realizará audiência pública sobre os Direitos da Pessoa Idosa


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Corregedoria realizará audiência pública
sobre os Direitos da Pessoa Idosa
A Corregedora-Geral da Justiça, Desembargadora Denise Oliveira Cezar, autorizou a publicação do Edital nº 069/2018, de convocação para audiência pública. O tema é Garantias dos Direitos da Pessoa Idosa: Estratégias, Políticas e Práticas. O evento será realizado no dia 1º/10, a partir das 13h30min, no auditório Osvaldo Stefanello, 6º andar do Palácio da Justiça (Praça Marechal Deodoro, nº 55).
Conforme o Edital, o objetivo da audiência é promover o debate coletivo sobre os direitos assegurados às pessoas idosas e os desafios impostos para sua efetivação; contextualizar a realidade atual da situação das pessoas idosas por meio da apresentação de dados estatísticos e pesquisas; problematizar os desafios colocados ao poder público e à sociedade na proteção das pessoas idosas com vistas à elaboração de estratégias para garantir o exercício dos direitos assegurados pela Constituição e divulgar à sociedade civil e ao poder público as iniciativas e providências que estão sendo realizadas no âmbito do TJRS e demais integrantes do Comitê Interinstitucional de Defesa e Proteção da Pessoa Idosa.
Programação
13h - Recepção dos participantes e assinatura da lista de presença
13h30min - Abertura dos Trabalhos
14h - Manifestação dos Especialistas
15h15min - Fala dos participantes inscritos
17h - Encerramento dos Trabalhos
Regras
a)     Será conferido tempo de 20 minutos de manifestação para cada especialista convidado
b)    Será aceita inscrição de apenas uma pessoa por entidade pública ou privada, que possua atuação ligada ao tema, bem como de pessoas físicas, que poderão se manifestar na audiência
c)     Será assegurada a manifestação de, no mínimo, 5 entidades e 5 pessoas físicas. Os demais inscritos serão ouvidos desde que verificado pela organização do evento que haverá tempo hábil sem prejudicar a programação preestabelecida
d)    A inscrição dos interessados para manifestação na audiência pública será feita por meio do endereço eletrônico assessoriacgj@tjrs.jus.br, devendo ser enviada, impreterivelmente, até o dia 28/09/2018
e)     Fica estabelecido o tempo de 10 minutos por entidade e de 5 minutos por pessoa física inscritas, de forma intercalada, para manifestação na audiência, observada a ordem cronológica de inscrição
f)     Serão aceitas inscrições para manifestação no decorrer da audiência pública desde que verificado pela organização do evento que haverá tempo hábil sem prejudicar a programação preestabelecida
g)    Será aberta a possibilidade de apresentação de perguntas escritas pelo público presente, direcionadas para os especialistas e organizadores, ficando a critério da organização a pertinência de seu encaminhamento para resposta. As perguntas relacionadas ao objeto da audiência pública que não puderem ser respondidas em razão da limitação do horário serão respondidas por email, posteriormente, para o endereço eletrônico informado no formulário fornecido pela organização do evento


EXPEDIENTETexto: Rafaela Souza
Assessora-Coordenadora de Imprensa: Adriana Arend
imprensa@tj.rs.gov.br
 

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

1*SEMINÁRIO SOBRE POLIOMIELITE E SÍNDROME PÓS POLIO RJ. Para profissionais da Saúde



Compartilhando Grupo Síndrome Pós Pólio Brasil. 1*SEMINÁRIO SOBRE POLIOMIELITE E SÍNDROME PÓS POLIO RJ. Para profissionais da Saúde... Compartilhem...

𝐒í𝐧𝐝𝐫𝐨𝐦𝐞 𝐏ó𝐬 𝐏ó𝐥𝐢𝐨 - 𝐈𝐧𝐬𝐭𝐢𝐭𝐮𝐭𝐨 𝐆𝐢𝐨𝐫𝐠𝐢𝐨 𝐍𝐢𝐜𝐨𝐥𝐢
📞Tel: (11) 2532-1171
www.institutogiorgionicoli.org.br
▲Programa de Reabilitação para portadores da Síndrome Pós Pólio

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Rio Grande do Sul é o quarto estado com maior expectativa de vida entre brasileiros

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Rio Grande do Sul é o quarto estado com maior expectativa de vida entre brasileiros


06/07/2018
A esperança de vida é um dos indicadores das condições socioeconômicas e ambientais e do nível de qualidade da saúde de determinado país ou região. Também reflete as transformações do comportamento demográfico e dos indicadores sociais, como a queda acentuada da fecundidade e da mortalidade, resultando na demanda crescente por estruturas de serviços de saúde relacionadas ao envelhecimento da população.

De acordo com o Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil do PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento), a expectativa de vida para ambos os sexos, no Rio Grande do Sul, foi superior à do Brasil em 1991, 2000 e 2010.

Entre os 27 estados brasileiros, o Rio Grande do Sul era em 2010 o quarto com a maior esperança de vida ao nascer, superado pelo Distrito Federal, Santa Catarina e São Paulo.

Segundo o IBGE, a expectativa de vida ao nascer, no RS, para ambos os sexos, passou de 72,4 em, 2000, para 77,8 em 2016. Os estudos de evolução demonstram que a transição demográfica começou mais cedo em relação à maior parte dos estados brasileiros e tornou-se mais evidente nas últimas décadas, caracterizando o rápido aumento absoluto e relativo das faixas de população adulta e idosa.

Em relação ao sexo, as diferenças ficam ainda mais evidentes quando se constata a maior esperança de vida ao nascer das mulheres - que em 2016 atingiu 81,1 anos -, enquanto a dos homens alcançou 74,3 anos. Como resultado, o número de mulheres é superior ao número de homens, principalmente nas faixas de idade mais avançadas.

Fonte: Atlas Socieconômico do Rio Grande do Sul

VACINAÇÃO NO BRASIL

VACINAR OU NÃO VACINAR

A vacinação no BRASIL esta uma vergonha, mas isso é culpa da população que não esta levando a sério a possibilidade de uma nova epidemia de POLIOMIELITE. Sem responsabilidade por parte da população poderemos ter em curto tempo novos e sérios casos da doença que tanto prejudicou e continua a prejudicar as pessoas. Levem seus filhos para tomarem a vacina e assim estarão a proteger e não ter de passar por tanto sofrimento depois. Não brinquem , é sério .
A saúde dos seus filhos esta em suas mãos. 
VACINAR É PRECISO.
VACINE.

segunda-feira, 2 de julho de 2018

Acessibilidade e Inclusão na Região Sul do estado

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Acessibilidade e Inclusão na Região Sul do estado


26/06/2018
Na manhã desta terça-feira (26), o deputado estadual Fábio Branco esteve reunido com o presidente da Faders - Acessibilidade e Inclusão, Roque Bakof, com o objetivo de verificar a acessibilidade e a inclusão dos municípios da Região Sul do estado.



Bakof, destacou a importância dos parlamentares assumirem as demandas de acessibilidade e inclusão e disse que é trabalho da Faders levar esses conceitos à sociedade e ao parlamento.

O deputado já foi prefeito de Rio Grande, Secretário do Desenvolvimento Econômico e Chefe da Casa Civil do governo estadual.


Fonte: ASCOM/Faders - Acessibilidade e Inclusão

COMDEPA solicita acessibilidade no Mercado Público

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COMDEPA solicita acessibilidade no Mercado Público


29/06/2018
Relatório do Conselho Municipal dos Direitos das Pessoas com Deficiência de Porto Alegre (COMDEPA) indica falhas de acessibilidade e inclusão nas áreas externas e internas do Mercado Público. O documento, entregue à Faders - Acessibilidade e Inclusão e à Frente Parlamentar dos Direitos das Pessoas com Deficiência da Câmara de Vereadores de Porto Alegre, na quinta (28), deve ser encaminhado também ao Ministério Público (MP/RS) e à prefeitura.

Desníveis nas calçadas, poucos pisos táteis ou podotáteis, degraus nos acessos às lojas, falta de rampas, balcões elevados, inacessibilidades atitudinais foram descritos em detalhes no documento – que inclui fotos – após uma vistoria feita em maio, com diversos agentes que trabalham em prol da acessibilidade no Rio Grande do Sul.

“Estamos fazendo a entrega do que encontramos: buracos, banheiros sem condições, falta de placas indicando a acessibilidade. Vamos mandar o MP, já sabendo que eles já têm protestos registrados contra o Mercado Público”, disse Liza Cenci, presidente do COMDEPA. Liza afirmou que o próximo passo é abrir diálogo com o promotor do MP, que auferiu avanços de acessibilidade no Cais do Porto.

Para Alvoni Medina, presidente da Frente Parlamentar, as questões de acessibilidade arquitetônica têm que ser resolvidas desde a liberação de funcionamento do estabelecimento. “A função da Frente Parlamentar é ser uma ferramenta de busca de melhorias para a sociedade. As gestões não podem ser só políticas. Tem responsabilidade quem libera.”

Nelson Khalil, do COMDEPA, citou a lei que diz que toda propriedade, mesmo que vise o lucro, deve exercer função social; e lembrou de solicitações de reparos feitas por ele há meses, que seguem sem previsão de resolução.   

“Se não vamos resolver todos os problemas, ao menos vamos dar atenção àqueles que estão pedindo atenção. O gestor deve ter humildade de entender que há lógicas que não são as dele. E a acessibilidade é uma delas. Só um cadeirante sabe o que é ter que passar por um local sem acesso. Assim, é preciso ouví-lo e atendê-lo. Essa é a ideia das Rotas Acessíveis, propostas pela Faders”, disse Roque Bakof, presidente da Faders.

A próxima blitz da acessibilidade marcada pelo COMPEDA, será no “Camelódromo”, no Centro de Porto Alegre, no dia 5 de julho, às 9h.


Fonte: ASCOM/Faders - Acessibilidade e Inclusão

Risco da volta da poliomielite coloca 312 cidades em alerta, 44 em SP

https://exame.abril.com.br/brasil/risco-da-volta-da-poliomielite-coloca-312-cidades-em-alerta-44-em-sp/

Risco da volta da poliomielite coloca 312 cidades em alerta, 44 em SP

O alerta foi feito na quinta-feira (28), em uma reunião com secretários estaduais e municipais de saúde

Brasília – O Ministério da Saúde admite haver alto risco de retorno da poliomielite em pelo menos 312 cidades brasileiras – 44 no Estado de São Paulo. O alerta foi feito na quinta-feira (28), em uma reunião com secretários estaduais e municipais de saúde. “É uma situação gravíssima”, afirmou a coordenadora do Programa de Imunização, Carla Domingues.
Estão na lista de maior risco para pólio municípios que não conseguiram atingir nem 50% da cobertura vacinal. “Uma cidade com esses indicadores tem todas as condições de voltar a transmitir a doença em nosso País. Será um desastre para a saúde como um todo.” O último caso registrado no Brasil foi em 1990. Quatro anos depois, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou a doença erradicada das Américas.
A recomendação é de que a cobertura vacinal contra pólio seja superior a 95%. A situação mais grave é na Bahia, onde 15% dos municípios imunizaram menos do que 50% das crianças, seguido do Maranhão, com 14,29%. Em todo o País, apenas Rondônia, Espírito Santo e Distrito Federal não têm cidades sob risco elevado.
O quadro geral é muito preocupante. Pelos dados do Ministério da Saúde, no ano passado 22
unidades da federação não atingiram a cobertura considerada ideal. Também em 2017 pelo menos 800 mil crianças estavam sem o esquema completo de vacinação – que compreende três doses do imunizante.
“Acendemos a luz vermelha”, resumiu Carla. A preocupação ganha corpo sobretudo em um momento em que voltou a ser discutida a entrada do poliovírus derivado. Na Venezuela, autoridades sanitárias cogitaram a possibilidade de que uma menina teria sido contaminada por essa mutação do vírus.
Quando a vacina em gotas é dada para a criança, o vírus atenuado contido no imunizante pode ficar presente no ambiente por quatro a seis semanas, criando o que se chama de efeito rebanho. De quebra, a população que tem contato com o vírus atenuado também fica protegida contra a doença.
O problema é que nesse período, em raríssimas ocasiões, o poliovírus pode ter contato com outros vírus, como o rotavírus, sofrer uma mutação e, com isso, criar uma nova onda de infecções. Essa hipótese foi descartada no caso da criança venezuelana, mas a preocupação persiste.
A presidente da Sociedade Brasileira de Imunização, Isabella Ballalai, observa que o risco aumenta nos casos em que a cobertura vacinal é menor. “Daí a necessidade de a imunização ser, sempre, mantida em 95%.”
Isabella classificou o indicador brasileiro como “inacreditável e inadmissível”. Carla observa que a queda mais expressiva ocorreu nos últimos dois anos. Para tentar reduzir o risco, o Ministério da Saúde deverá fazer entre os dias 6 e 31 de agosto uma campanha nacional de vacinação contra pólio.

Outras doenças

Carla reforça ainda que as taxas de cobertura vacinal no País caíram de forma expressiva. “Parece que estamos retomando à década de 80 com as cobertura vacinais.” Como exemplo, ela citou as vacinas tríplice viral (sarampo, rubéola e caxumba), pentavalente (difteria, tétano, coqueluche, meningite por Haemophilus influenzae tipo b e poliomielite) e pneumococo. “Não houve desabastecimento em nenhum desses casos”, observou.
Para ela, os indicadores mostram a necessidade de se refletir sobre o que está sendo feito na ponta da assistência. Ela observa que o programa de imunização oferta 14 vacinas. “É preciso ter simultaneidade. Montar um calendário de forma a ofertar, numa só visita ao posto, mais de um imunizante.” No esquema ideal, afirma, os pais levam a criança nove vezes durante o ano ao posto de vacinação. “Se isso não é feito da forma adequada, esse número aumenta para 10, 11, 12”, observa.
A resistência em dar mais de uma vacina no mesmo dia pelos profissionais de saúde poderia ser resolvida com reforço na capacitação. O mesmo se aplica ao preenchimento das fichas de vacina. Poucos são os municípios que seguem a recomendação de fazer registro da vacinação nominal. “As anotações são feitas apenas por dose. Isso dificulta que seja realizada uma busca das crianças que estão com calendário atrasado”, diz Carla.

Horários

Para ela, é preciso também maior racionalidade na forma da oferta da vacina, como horários mais flexíveis, que se encaixem na rotina de trabalho dos pais. “Postos funcionam das 8h às 11 e das 14 às 17 horas. Não são todos pais que podem levar seus filhos nesses horários várias vezes ao ano.”
A abertura de muitas salas de vacina, por sua vez, seria contraproducente. “É preciso escala. As doses precisam ser abertas e usadas rapidamente. Caso contrário, há desperdício.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

quarta-feira, 21 de março de 2018

Check-list da Acessibilidade é pauta de reunião do Comitê Gestor do Selo de Acessibilidade

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Check-list da Acessibilidade é pauta de reunião do Comitê Gestor do Selo de Acessibilidade


20/03/2018
A proposta do check-list da acessibilidade foi analisada durante reunião na sede da Faders - Acessibilidade e Inclusão, na tarde desta terça-feira (20). Os parâmetros para concessão dos selos de acessibilidade também fizeram parte do diálogo.

O check-list se constitui em uma lista de aspectos que um local deve preencher para que esteja apto a receber o Selo de Acessibilidade. Estes tópicos fazem parte de um levantamento de diversos pontos importantes, revisado por todos os membros do comitê. O objetivo é que durante as análises para a concessão do Selo, este documento auxilie os comitês municipais em suas avaliações.

Para a coordenadora de acessibilidade da Faders, Ana Flávia Rigueira, os maiores benefícios que o Selo de Acessibilidade levam para a sociedade são a conscientização e a sensibilização das pessoas acerca do tema acessibilidade. “Por trás da ideia do Selo existe um projeto de conscientização, que é isso que a gente quer atingir. Durante as reuniões nós temos tido muitas ideias e, a partir disso, acreditamos que com o Selo vamos não só mudar a acessibilidade arquitetônica, mas também a visão das pessoas de que aquele lugar é um lugar de todos”, disse a coordenadora.

O grupo abordou também os parâmetros para a concessão dos Selos de Acessibilidade. Foram apontados diversos critérios mínimos para que um local seja habilitado a receber o certificado. De acordo com Roque Bakof, presidente da Faders, a proposta de existir três níveis (bronze, prata e ouro) é para que os estabelecimentos que vierem a receber os Selos bronze e prata busquem o Selo ouro.

O diálogo contou com a presença de André Huyer, arquiteto do Ministério Público (MP/RS); Adilso Corlassoli, coordenador de Políticas para Pessoas com Deficiência da Secretaria de Desenvolvimento Social, Trabalho, Justiça e Direitos Humanos (SDSTJDH); Nelson Kahlil, representante do Conselho Municipal das Pessoas com Deficiência de Porto Alegre (COMDEPA); Roberta Brum, representante da Frente Parlamentar dos Direitos da Pessoa com Deficiência na Câmara de Vereadores de Porto Alegre; Fabiana Marques, representante da Federação de Entidades Empresariais do RS (FEDERASUL); Leandro Taborda, representante do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do RS (CREA-RS); Ana Paula Kohlmann, diretora presidente do Instituto Autismo e Vida; Laíno Schneider, representante da Universidade Luterana do Brasil (ULBRA); Anelise Schmitz, representante do Centro Universitário Metodista – IPA; e com a equipe da Faders: Roque Bakof, presidente; Marilu Mourão, diretora técnica; e Ana Flávia Rigueira, coordenadora de acessibilidade.


Fonte: ASCOM/Faders - Acessibilidade e Inclusão

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