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quarta-feira, 30 de setembro de 2009

VIDEOS DE OTIMISMO



ACESSE O LINCK DOS VIDEOS DE INCENTIVO , MOTIVAÇÃO E OTIMISMO
SÃO LINDO E GRATIFICANTES, APROVEITEM AS BELAS MENSAGENS E REFLITA QUE DEVEMOS SIM , LUTAR SEMPRE POR NOSSOS SONHOS.














Exemplo de uma vida



Um adolescente, após ter sido castigado por seus pais


várias vezes, e chegado à conclusão de que não conseguiria se


corrigir, dirigiu-se ao diretor do colégio e humildemente perguntou:


Professor, o que devo fazer para não cometer esses


erros novamente? Tenho me esforçado, mas não estou


conseguindo!


O mestre então, sabiamente, tomou um copo,


encheu-o de água e entregou-o ao jovem, dizendo:


Filho, ande com esse copo por todo o colégio, entre em


todas as salas, suba e desça todas as escadas, entre em


todos os cantos e becos, nos jardins, no sótão e volte


aqui sem derramar uma só gota dessa água.


Impossível - disse o jovem - não vou conseguir!


Se você quiser vai conseguir sim - disse o mestre.


O jovem saiu, devagar, com os olhos fixos no copo. Subiu e


desceu escadas, entrou e saiu de salas, cantos e becos, sótão,


jardins, e voltou sem ter derramado a água.


O mestre olha-o, bate-lhe nos ombros carinhosamente e diz:


Não viu as garotas que passeavam pelo jardim no horário


de aulas? Os colegas que te convidam para um copo de


bebida, ou uma tragadinha, um cigarrinho?


Não - responde o jovem - eu estava com


os olhos fixos no copo.


O mestre sorri, e diz:


Se você fixar os olhos em Deus, como fez com o copo,


terá a força que tanto precisa para vencer as tentações e não


cometerá mais as faltas pelas quais tem sido castigado.


Olha para Deus, e deixe-o ser o rumo da sua vida!


ONDE VOCÊ COLOCA O SAL?



O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d'água e bebesse.


Qual é o gosto? - perguntou o Mestre.


Ruim - disse o aprendiz.


O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago.


Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago.


Então o velho disse:


- Beba um pouco dessa água.


Enquanto a água escorria do queixo do jovem o Mestre perguntou:


- Qual é o gosto?'


- Bom! disse o rapaz.


- Você sente o gosto do sal? perguntou o Mestre.


- Não... -disse o jovem.


O Mestre então, sentou ao lado do jovem, pegou em suas mãos e disse:


- A dor na vida de uma pessoa não muda.


Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos.


Quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido de tudo o que está a sua volta.


É dar mais valor ao que você tem, do que ao que você perdeu.


Em outras palavras:


É deixar de ser copo para tornar-se um lago..


Somos o que fazemos, mas somos principalmente, o que fazemos para mudar o que somos..

domingo, 27 de setembro de 2009

VENCENDO A FALTA DE INFORMAÇÃO

Síndrome pós-poliomielite gera complicações neuromusculares





CLICK NA IMAGEM ABAIXO E TERA A MESMA AMPLIADA COM DETALHES







Silvia Pacheco - Especial para o Correio



Publicação: 12/09/2009 07:05 Atualização: 12/09/2009 09:48


O Brasil praticamente esqueceu a poliomielite. Erradicou a doença, transmitida pelo poliovírus, em 1989. Hoje, pouco se escuta falar da paralisia infantil, a não ser nas campanhas anuais de vacinação contra a doença. O fantasma da pólio, no entanto, ronda pessoas que contraíram o vírus no passado. É a síndrome pós-poliomielite (SPP), uma disfunção neurológica, degenerativa e incapacitante, ligada à paralisia infantil. Ela se manifesta, em média, 15 anos depois de a pessoa ter contraído pólio, chega silenciosamente e é facilmente confundida com outras doenças.

Eliana teve pólio com 1 ano e três meses: aos 42, começou a sofrer com a SPP e foi obrigada a passar a utilizar um carrinho motorizado

A síndrome pode ser descrita como uma desordem do sistema nervoso motor. Ela está relacionada à sobrecarga dos músculos e das articulações (ver arte). Os neurônios motores sofrem uma espécie de esgotamento, devido ao grande trabalho que tiveram para recuperar movimentos do corpo perdidos com a infecção pelo vírus da pólio. Os sintomas mais comuns são fraqueza e dor muscular e articular, fadiga, insônia, além de novas dificuldades em realizar atividades diárias, principalmente as relacionadas com a mobilidade.
Segundo o neurologista e diretor do setor de Investigação em Doenças Neuromusculares da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Acary Bulle, os indivíduos que tiveram pólio na infância, mesmo aqueles que não ficaram com sequelas aparentes, devem estar atentos. “Qualquer alteração nas atividades diárias que faça com que elas se tornem esgotantes, em que os músculos pareçam não aguentar o esforço feito antes, deve ser investigada”, alerta. Bulle chama a atenção também para sintomas como insônia, fadiga e quedas.
Um dos agravantes, porém, é justamente o desconhecimento dos profissionais da saúde em relação à doença. Frequentemente, seus sintomas são confundidos com estresse e depressão, o que faz com que o diagnóstico demore e a doença piore. A explicação mais plausível para esse desconhecimento é o fato de que a poliomielite, por ser uma doença erradicada no país, foi praticamente banida do currículo das escolas de medicina brasileiras. “Os médicos não estudam mais a pólio e, com isso, não há pesquisas sobre ela e sobre males relacionados”, diz Bulle.

Trinta hipóteses









Eliana de Aquino, 47 anos, esbarrou na falta de informação dos profissionais da saúde para diagnosticar a SPP. Ela teve paralisia infantil com 1 ano e três meses e ficou sem os movimentos da perna esquerda. Ainda criança, fez o programa de reabilitação para pacientes de pólio e com isso conseguiu ter uma vida normal. Em 2003, um simples ato diário mudou os rumos de sua vida. “Fui abrir uma porta e quebrei a perna sequelada em três partes. Achei aquilo muito estranho, mas segui em frente com a vida.”
Depois desse incidente, contudo, as atividades do dia a dia foram ficando mais difíceis. “Percebi que havia algo errado porque me sentia muito cansada. O simples ato de arrumar a casa estava ficando difícil”, lembra. Foi então que Eliana começou sua peregrinação em busca de uma explicação para o que estava acontecendo com seu corpo. “Os médicos achavam que era osteoporose, depressão. Fiz exames para afastar 30 doenças, até meu endocrinologista me encaminhar para o doutor Acary Bulle”, diz. O diagnóstico foi dado em 2007, quatro anos depois das fraturas.
Para aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida, Eliana teve que reavaliar sua rotina, a começar por sua locomoção. A servidora do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) também precisou se aposentar. “É importante entender que a SPP é uma doença neuromuscular, portanto a ordem para os pacientes é economizar energia muscular para não cansar ainda mais os neurônios debilitados”, explica o neurologista Acary Bulle. Para tanto, Eliana adotou um carrinho motorizado a fim de se locomover.
Entre outras formas de minimizar os sintomas da SPP, estão atividades feitas dentro da água. “A orientação é de que os pacientes façam exercícios somente na água. Os indicados são hidroterapia em piscina aquecida e temperatura controlada, pois quem sofre da síndrome também tem intolerância ao frio”, afirma o neurologista.



Sintomas agravados

Foi justamente a intolerância ao frio que deu o sinal de alerta a Roberto Medeiros, 57 anos. O professor teve pólio com 5 anos e ficou com uma sequela na perna direita, mas nada que o atrapalhasse ou o deixasse dependente. Quarenta anos depois, porém, um incômodo durante o banho começou a se tornar frequente. Medeiros sempre gostou de tomar banho frio e isso começou a se tornar um problema. “Era terrível entrar na água fria, meu corpo, minhas articulações doíam muito. Ficou insuportável”, conta. Em seguida começaram as quedas. A perna do professor não suportava o peso e fazia com que ele perdesse o equilíbrio e caísse. “Meu joelho dobrava sem meu comando”, diz. Medeiros conta que os sintomas foram se agravando e outros foram aparecendo. Insônia, dificuldade de concentração, dores de cabeça pela manhã faziam parte da vida diária do professor. “Não achava uma relação entre esses sintomas. Eram fatos soltos, mas que estavam tornando minha vida um problema.”
O professor achou que pudesse ser poliomielite novamente e buscou ajuda em um hospital de Belo Horizonte. Lá, foi submetido ao tratamento de reabilitação recomendado para pacientes com pólio. Faziam parte do programa natação e exercícios em academia para fortalecer os músculos. Tudo o que Medeiros não deveria fazer. Como resultado, os sintomas se agravaram de tal forma que era insuportável fazer qualquer atividade física. “Os profissionais da saúde são completamente desinformados. Eles não faziam ideia do que estava acontecendo comigo. Minha perna direita estava paralisada e eles me mandavam fazer mais atividades.”
Foi então que o professor tomou conhecimento do estudo feito sobre a SPP na Unifesp e resolveu procurar outra forma de ajuda. Medeiros fez exames neurológicos e foi diagnosticado com a SPP. Devido a essa situação que ambos viveram, Eliana e Roberto — com o Núcleo de Doenças Neuromotoras da Unifesp — lutam para criar, em parceria com o Ministério da Saúde, cursos capacitantes para profissionais de saúde.


Doença é nova

A SPP é classificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como nova. Seu Código Internacional de Doença (CID) só foi divulgado em 2008, mesmo tendo o primeiro caso diagnosticado em 1875. O reconhecimento só foi possível nos anos 1980, quando surgiram trabalhos científicos nos Estados Unidos. No Brasil, existem poucos estudos sobre o mal, mas o número de pacientes com queixas relacionadas aos sintomas da SPP vem aumentando.
Em 2002, o neurologista e diretor do setor de Investigação em Doenças Neuromusculares da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Acary Bulle, ficou intrigado com as constantes queixas de pacientes que tiveram paralisia infantil. Eles apresentavam novos problemas musculares e de cansaço. “Achava tudo aquilo estranho, pois eles haviam se reabilitado das sequelas da pólio. Algumas eram até competidores físicos e estavam perdendo os movimentos, a força.” O médico, então, pesquisou a literatura médica e encontrou relatos parecidos.
Em 2002, o ambulatório de Doenças Neuromusculares da Unifesp fez uma pesquisa com 52 sobreviventes da pólio. De 2003 a 2004, foi realizada outra, com 167 pacientes. Ambas constataram que cerca de 60% dos indivíduos tinham os sintomas da síndrome pós-pólio. “A pólio era uma coisa resolvida, por isso não havia preocupação. Depois dessas pesquisas, fomos levados a estudar profundamente a SPP”, lembra o neurologista. Hoje, apenas a Unifesp é referência, no Brasil, no atendimento aos pacientes que sofrem desse mal. “São 870 que atendemos no centro. Mas creio que mais pessoas tenham a SPP e não façam ideia disso”, diz Bulle.

O Cooperador

Imagina-te à frente de um violino. Instrumento que te espera sensibilidade e inteligência, atenção e carinho para vibrar contigo na execução da melodia.
Se o tomas de arranco, é possível te caia das mãos, desafinando-se, quando não seja perdendo alguma peça.
Se esquecido em algum recanto, é provável se transforme em ninho de insetos que lhe dilapidarão a estrutura.

Se usado, a feição de martelo, fora da função a que se destina, talvez se despedace.
Entretanto, guardado em lugar próprio e manejado na posição certa, como a te escutar o coração e o cérebro, ei-lo que te responde com a sublimidade da música.
Assim, igualmente na vida, é o companheiro de quem esperas apoio e colaboração.
Chame-se familiar ou companheiro, chefe ou subordinado, colega ou amigo, se lhe buscas o auxílio, a golpes de azedume e brutalidade, é possível te escape da área de ação, magoando-se ou perdendo o estímulo ao trabalho.
Se largado ao menosprezo, é provável se entregue a influências claramente infelizes, capazes de lhe envenenarem a alma.
Se empregado por veículo de intriga ou maledicência, fora das funções edificantes a que se dirige, talvez termine desajustado por longo tempo.
Mas, se conservado com respeito, no culto da amizade, e se mobilizado na posição certa, como a te receber as melhores vibrações do coração e do cérebro, ei-lo que te corresponde com a excelência e a oportunidade da colaboração segura, em bases de amor que é, em tudo e em todos, o supremo tesouro da vida
Pensemos nisso e concluiremos que é impossível encontrar cooperadores eficientes e dignos, sem indulgência e compreensão.

Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Caridade.


10a edição. Araras, SP: IDE, 1996.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

SIMPOSIO SOBRE SPP

4/8/09

12:24Inédito

 CID 10 - G14 - Capacitação aos profissionais da saúde, preferencialmente aos servidores do SUS - Brasil consegue incluir Síndrome Pós-Polio no CID.

Nesse link todos podem verificar a grande conquista de um CID e a atitude que esta sendo tomada para a nossa qualidade de vida, somente quem vive essa situação é que pode entender o valor de nossa luta pelo direito ao tratamento com quem sabe o que esta realmente acontecendo conosco, inicia-se aqui o treinamento para os profissionais da saúde, esse é o nosso grande e primeiro passo para ser reconhecido como portador ou não da Síndrome Pós-Poliomielite.
Uma iniciativa nascida na Unifesp e encaminhada a um comitê internacional conseguiu incluir a Síndrome Pós-Poliomielite (SPP) no Catálogo Internacional de Doenças (CID). A medida beneficiará cerca de 10 mil pessoas só na cidade de São Paulo e outras dezenas de milhares no Brasil, todas com seqüelas de poliomielite e 60% já acometidas pela SPP.
A principal mudança para esses pacientes é que, presente no CID, a doença não poderá ser mais ignorada por peritos do INSS ao analisar pedidos de aposentadoria precoce feitos por essas pessoas e que quase sempre eram negados.

Antes de a SPP ser reconhecida como doença, havia o entendimento de que os danos causados pela poliomielite não evoluíam e, se o cidadão conseguiu trabalhar até aquele momento, estaria apto a esperar a aposentadoria por tempo de serviço, como outro trabalhador qualquer.
Caracterizada por uma nova perda de funções musculares que atinge pessoas que tiveram poliomielite e que chegam à casa dos 40 anos, a SPP muitas vezes assume caráter incapacitante ou obriga o indivíduo a mudar de profissão.
Além da fraqueza nos membros superiores e inferiores, o quadro inclui dificuldades de deglutição, hipersensibilidade ao frio, distúrbios do sono, fadiga e graves problemas respiratórios.


O neurologista Acary Souza Bulle Oliveira, chefe do setor de Investigação em Doenças Neuromusculares da Unifesp e pioneiro no estudo e tratamento da SPP no Brasil, explica que a síndrome acontece, basicamente, pela super-utilização de neurônios originalmente não afetados pela poliomielite, mas que são sobrecarregados ao longo dos anos, o que justifica o fato de os sintomas da SPP se manifestarem somente a partir da meia-idade.
Quando um neurônio morre, os adjacentes tentam ativar os feixes de músculos antes acionados pelo neurônio desativado. Esse mecanismo é responsável pela melhora apresentada pelos pacientes nos primeiros anos, principalmente quando recebem um tratamento adequado de reabilitação. Com o tempo, isso leva a um desgaste desses neurônios, que podem enfraquecer ou até mesmo morrer.
O tratamento para SPP inclui repouso, diminuição da atividade física, fisioterapia leve, orientação alimentar e, em muitos casos, suporte mecânico para o sistema respiratório.
A batalha para incluir a síndrome no CID começou em 2004, quando Acary e pacientes, reunidos na Associação Brasileira da Síndrome Pós-Poliomielite (Abraspp), conseguiram sensibilizar autoridades da Saúde e o representante brasileiro no comitê internacional que regulamenta o CID, professor Rui Laurenti, no sentido de encaminhar ao organismo uma proposta de inclusão da SPP.


Aposentadoria



A assistente social Élica Fernandes, que atua no setor de Doenças Neuromusculares da Unifesp, explica que o pedido de aposentadoria deve ser feito com o apoio de um laudo médico atestando quando e como a SPP se manifestou e porque deve ser considerada incapacitante.
Como em qualquer caso de aposentadoria, o total a receber será proporcional ao tempo de contribuição e levará em conta o valor médio do recolhimento nos três anos anteriores. Aqueles que comprovarem a necessidade de contar com um “cuidador” poderão solicitar um adicional de 25% sobre o valor da aposentadoria. “Quem preferir continuar trabalhando pode solicitar apenas a mudança de função e não poderá ser demitido por causa disso”.
Apesar de celebrar a entrada no CID como um grande avanço, o neurologista Acary Bulle Oliveira ainda não considera a situação como ideal e propõe que os pacientes com SPP tenham direito a regime diferenciado de aposentadoria, semelhante ao vigente para as profissões consideradas de risco. “Quinze ou vinte anos de contribuição para alguém com essas condições pode ser equivalente a mais de 35 anos de trabalho de outro indivíduo”.


Fonte: Assessoria de Comunicação da Unifesp


Publicado em: 18/12/2008

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

OTIMISMO

SEM DESANIMO

A dor te visitou, sem aviso prévio.

É compreensível que a emotividade te envolva, diante de acontecimentos que te atingirem no âmago do ser
Contudo, procura raciocinar.
Lembra-te do amparo de Deus, que já te sustentou em outras situações difíceis.
Recorda as palavras de Jesus, prometendo consolação aos que sofrem.
Lembra-te dos amigos espirituais que te guiam e vem sustentando os passos, por entre os caminhos espinhosos.
Equilibra-te na certeza de que o tempo é solucionador natural de todos os problemas que não possas resolver de imediato.
Confia em Deus e segue para frente.
Amanhã compreenderás melhor as razões das dores, que, hoje padecem incompreensíveis.


Ditado pelo Espírito Augusto.

Teu Corpo
 
Não menosprezes teu corpo, a pretexto de ascensão à virtude.
*
Recorda que a semente responsável pelo pão que te supre a mesa, em muitas ocasiões, se valeu do adubo repelente a fim de poder servir-te e que a água a derramar-se do vaso para acalmar-te a sede, quase sempre, foi filtrada no charco, para que a secura não te arruinasse a existência.
*
O corpo físico é o santuário em que te exprimes no mundo.
*
Não olvides semelhante verdade para que não respondas com o desleixo à Previdência Divina que, com ele, te investiu na posse de valiosos recursos para o teu aperfeiçoamento de espírito na vida imperecível.
*
Realmente, as almas vacilantes na fé e ainda aprisionadas às teias da ignorância arrojam-no aos desvãos da aventura e da inutilidade, mas os caracteres valorosos e acordados para o bem, dele fazem o precioso veículo para o acesso às alturas.
*
Com o corpo terrestre, Maria de Nazaré honorificou a missão da Mulher, recebendo Jesus nos braços maternais e Paulo de Tarso exalçou o Cristianismo nascente, atingindo o heroísmo e a sublimação... Com ele Francisco de Assis imortalizou a bondade humana; Iordano Bruno lobrigou a multiplicidade dos mundos habitados; Galileu observou o movimento da Terra em plena vida cósmica; Vicente de Paulo teceu o poema inesquecível da caridade e Beethoven trouxe ao ouvido humano as melodias celestiais...
Lembra-te de que teu corpo é harpa divina.
E ao invés de lhe condenares as cordas ao abandono e à destruição, tange nelas, com o próprio esforço, o hino do trabalho e da fraternidade, da compreensão e da luz, que te fará nota viva e harmoniosa na sintonia de amor universal com que a Beleza Eterna exalta incessantemente a Sabedoria Infinita de Deus.
* * *
Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Viajor.
Ditado pelo Espírito Emmanuel.
Araras, SP: IDE, 1985.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

História da poliomielite


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre





Um Egípcio  para representar uma vítima da poliomielite. Dynasty 18 (1403 - 1365 aC).Ver artigo principal: Poliomielite

O história da poliomielite (poliomielite) infecções estende em pré-história. Embora importantes da pólio epidemias eram desconhecidos antes do século 20,[1] a doença tem causado paralisia e morte de grande parte da história humana. Sobre milênios, Poliomielite sobreviveu a um silêncio endêmicas patógeno até a década de 1880, quando as grandes epidemias começaram a ocorrer em Europa;[1] logo após, as epidemias generalizadas apareceu no Estados Unidos. Em 1910, as epidemias tornaram-se freqüentes eventos regulares em todo o mundo desenvolvido, principalmente nas cidades durante os meses de verão. No seu auge na década de 1940 e 1950, a poliomielite seria paralisar ou matar mais de meio milhão de pessoas no mundo a cada ano.[2]



O medo ea resposta coletiva para essas epidemias daria origem a extraordinária reação do público e mobilização, estimulando o desenvolvimento de novos métodos para prevenir e tratar a doença, e revolucionando a medicina filantropia. Embora o desenvolvimento de dois vacinas contra a poliomielite tem poliomielite erradicada mas em todos os quatro países, o legado da poliomielite continua a ser, no desenvolvimento da moderna terapia de reabilitaçãoE no aumento da movimentos de direitos humanos da deficiência todo o mundo.

Poliomielite


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre
CID--10 A80., B91.


Poliomielite, Muitas vezes chamado pólio ou paralisia infantil, É uma aguda viral doenças infecciosas transmitida de pessoa para pessoa, principalmente através da via fecal-oral.[1] O termo deriva do Grego poliós (πολιός), Que significa "paralelo", myelós (μυελός), Referindo-se ao "medula espinhal", Eo sufixo -É, O que denota inflamação.[2] Embora cerca de 90% das infecções de pólio causar nenhum sintoma, Os indivíduos afetados podem exibir uma gama de sintomas, se o vírus entra no corrente sanguínea.[3] Em cerca de 1% dos casos o vírus entra no sistema nervoso central, Preferencialmente infectar e destruir neurônios motores, Levando à fraqueza muscular e aguda paralisia flácida. Diferentes tipos de paralisia pode ocorrer, dependendo dos nervos envolvidos. Poliomielite espinal é a forma mais comum, caracterizada por paralisia assimétrica que mais frequentemente envolve as pernas. Poliomielite bulbar leva à fraqueza dos músculos inervados pelo nervos cranianos. Bulbospinal poliomielite é uma combinação de paralisia bulbar e espinhal.[4]



Poliomielite foi reconhecida como uma condição distinta por Jakob Heine em 1840.[5] Seu agente causal, poliovírus, Foi identificado em 1908 por Karl Landsteiner.[5] Embora importantes da pólio epidemias eram desconhecidos antes do final do século 19, a poliomielite foi uma das doenças infantis mais temido do século 20. Epidemia de poliomielite ter aleijado milhares de pessoas, principalmente as crianças mais jovens, a doença causou a paralisia e morte de grande parte da história humana. Pólio já existia há milhares de anos em silêncio, enquanto uma endêmicas patógeno até a década de 1880, quando as grandes epidemias começaram a ocorrer na Europa, logo após, as epidemias generalizadas apareceu nos Estados Unidos.[6] Em 1910, grande parte do mundo experimentou um aumento dramático nos casos de pólio e epidemias tornaram-se freqüentes eventos regulares, principalmente nas cidades durante os meses de verão. Essas epidemias, que deixou milhares de crianças e adultos paralisado fornecido o impulso para uma raça "grande" para o desenvolvimento de um vacina. O vacinas contra a poliomielite desenvolvido por Jonas Salk em 1952 e Albert Sabin em 1962 são creditados com a redução do número global de casos de poliomielite por ano de muitas centenas de milhares de pessoas em torno de mil.[7] Enhanced vacinação esforços liderados pelo Organização Mundial da Saúde, UNICEF e Rotary International poderia resultar na erradicação global da doença.[8]



Síndrome Pós-Pólio: uma questão de saúde pública?



Discutir a Síndrome Pós-Pólio no campo da saúde pública, visando um maior conhecimento sobre o problema. Este é o principal foco do evento científico intitulado Síndrome Pós-Pólio: uma questão de saúde pública?, que acontece nesta quinta-feira (30/03), a partir das 9h, na Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz). Promovido pela ENSP, pela Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz), pelo setor de Investigação das Doenças Neuromusculares da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e pela Associação Brasileira da Síndrome Pós-Pólio (Abraspp), o evento também marca a inauguração da sede da Abraspp no Rio de Janeiro com várias palestras ministradas por representantes destas instituições.



A Associação Brasileira da Síndrome Pós-Pólio foi criada em São Paulo, em 2004, por pacientes, familiares, médicos e profissionais de saúde, como alternativa de apoio aos portadores de Síndrome Pós-Poliomielite (SPP) e para a difusão dos seus efeitos sobre os indivíduos. Atualmente é presidida por Luiz Baggio Neto, editor, ativista do movimento de pessoas com deficiência há mais de 20 anos e presidente do Conselho Municipal da Pessoa Deficiente de São Paulo. Acometido pela pólio aos dois anos de idade, Baggio afirma ser também portador da SPP.



A Síndrome Pós-Pólio é um conjunto de sintomas decorrentes dos efeitos tardios da poliomielite aguda. Trata-se de uma condição de saúde ainda pouco conhecida pela medicina e pelos próprios pacientes que, em inúmeros casos, acabam inexplicavelmente tendo suas atividades extremamente limitadas.



A poliomielite, aos olhos da medicina, era considerada uma doença neurológica não progressiva, estática. Acreditava-se que após a reabilitação e a reeducação a maioria dos sobreviventes atingiria um patamar de estabilidade funcional e neurológica que duraria indefinidamente. Contudo, no final dos anos 70, começaram a surgir relatos de pessoas que haviam se recuperado da pólio paralítica décadas atrás e que estavam desenvolvendo problemas de saúde inesperados e restritivos, como fadiga incontrolável, fraqueza muscular, dores musculares, nas articulações etc.



Atualmente, estima-se que existam cerca de 20 milhões de sobreviventes da pólio em todo o mundo. Essas pessoas, sofrendo os seus efeitos tardios, finalmente começaram a atrair a atenção da comunidade médica, e, no início dos anos 80, foi cunhado o termo “Síndrome Pós-Pólio” (SPP).

A hipótese mais aceita é a de que a SPP não é causada por uma nova atividade do pólio-vírus e sim pelo uso excessivo dos neurônios motores ao longo dos anos, uma vez que o vírus pode danificar até 95% desses neurônios, matando pelo menos 50% deles, o que vem a comprometer os estímulos do indivíduo. Os neurônios remanescentes compensam esse dano enviando "ramos", como linhas de telefone extras, para ativar músculos que ficaram órfãos quando seus neurônios foram mortos.



Esses “ramos” desenvolvidos pelos neurônios passam a falhar, vindo a morrer pelo excesso de uso, causando fraqueza muscular, fadiga, dor nas articulações, além da dificuldade de respiração e de deglutição em casos mais raros.

Hoje, acredita-se que os sobreviventes da pólio necessitam "conservar para preservar", ou seja, conservar energia, parar com o excesso de uso e com o abuso de atividades para preservar sua capacidade funcional. As estratégias para o tratamento da SPP incluem um tratamento multidisciplinar com profissionais especializados e conhecedores da síndrome, como fisioterapia (principalmente a hidroterapia); terapia ocupacional, com técnicas de conservação de energia; modificações do estilo de vida, entre outros.



Preocupados com a ocorrência da SPP no Brasil, fenômeno que pode se tornar uma questão de saúde pública em nosso país, a Abraspp vem procurando chamar a atenção de alguns setores da sociedade para o problema, visando aprimorar o desenvolvimento das pesquisas científicas, as medidas de tratamento e a melhoria da qualidade de vida dos pacientes. Realizar o evento denominado Síndrome Pós-Pólio: uma questão de saúde pública, portanto, significa divulgar e sensibilizar a sociedade nesse sentido.



Mais informações sobre a Síndrome Pós-Pólio podem ser encontradas no site da instituição.



Texto de Edna Padrão, jornalista da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Ficoruz)

terça-feira, 8 de setembro de 2009

HIDROTERAPIA




este linck possui um excelente video muito bem feito com informações valiosas sobre a SPP



TESTEMUNHO E AÇÃO NA SPP
em espanhol

http://www.youtube.com/watch?v=-bPjZU1w5Gw



UM VIDEO ESPECIAL COM AGRADECIMENTO AOS PROFISSIONAIS FISIOTERAPEUTAS


FISIOTERAPEUTAS- ANJOS DE "DEUS" COM A PERMISSÃO DE AJUDAR



Ação da Amizade


A amizade é o sentimento que imanta as almas unas às outras, gerando alegria e bem-estar.

A amizade é suave expressão do ser humano que necessita intercambiar as forças da emoção sob os estímulos do entendimento fraternal.

Inspiradora de coragem e de abnegação. a amizade enfloresce as almas, abençoando-as com resistências para as lutas.

Há, no mundo moderno, muita falta de amizade!

O egoísmo afasta as pessoas e as isola.

A amizade as aproxima e irmana.

O medo agride as almas e infelicita.

A amizade apazigua e alegra os indivíduos.

A desconfiança desarmoniza as vidas e a amizade equilibra as mentes, dulcificando os corações.

Na área dos amores de profundidade, a presença da amizade é fundamental.

Ela nasce de uma expressão de simpatia, e firma-se com as raízes do afeto seguro, fincadas nas terras da alma.

Quando outras emoções se estiolam no vaivém dos choques, a amizade perdura, companheira devotada dos homens que se estimam.

Se a amizade fugisse da Terra, a vida espiritual dos seres se esfacelaria.

Ela é meiga e paciente, vigilante e ativa.

Discreta, apaga-se, para que brilhe aquele a quem se afeiçoa.

Sustenta na fraqueza e liberta nos momentos de dor.

A amizade é fácil de ser vitalizada.

Cultivá-la, constitui um dever de todo aquele que pensa e aspira, porquanto, ninguém logra êxito, se avança com aridez na alam ou indiferente ao elevo da sua fluidez.

Quando os impulsos sexuais do amor, nos nubentes, passam, a amizade fica.

Quando a desilusão apaga o fogo dos desejos nos grandes romances, se existe amizade, não se rompem os liames da união.

A amizade de Jesus pelos discípulos e pelas multidões dá-nos, até hoje, a dimensão do que é o amor na sua essência mais pura, demonstrando que ela é o passo inicial para essa conquista superior que é meta de todas as vidas e mandamento maior da Lei Divina.

* * *
Franco, Divaldo Pereira. Da obra: Momentos de Esperança.

Ditado pelo Espírito Joanna de Ângelis.


A ABRASPP



Associação Brasileira de Síndrome Pós-Poliomielite (www.abraspp.org.br), entidade sem fins lucrativos, foi criada por pacientes,


familiares, médicos e profissionais de saúde como uma alternativa de apoio aos portadores de Síndrome Pós-Poliomielite (SPP) e para


a difusão dos seus efeitos sobre os indivíduos. Sua missão é proporcionar apoio e atenção aos sobreviventes da Pólio, gerando ou


incentivando a criação de suportes, soluções, conhecimento científico e equipamentos necessários para que os pacientes atinjam uma


melhora na qualidade de vida e a reabilitação adequada, recuperando sua capacidade de contribuir socialmente.







O QUE É A SPP





A SPP - Síndrome Pós-Póliomielite representa um conjunto de sintomas resultantes dos efeitos tardios da Poliomielite. Cerca de 70%


das pessoas que ficaram com seqüelas da paralisia infantil apresentam sintomas como fraqueza muscular, tanto em músculos afetados


previamente pela poliomielite como em partes que não foram acometidas; dor nos músculos e articulações; fadiga; intolerância ao frio;


dificuldades respiratórias e problemas para dormir. Trata-se de uma condição de saúde ainda pouco conhecida pela Medicina e pelos


próprios pacientes que, em inúmeros casos, acabam inexplicavelmente tendo suas atividades extremamente limitadas, em uma fase de


plena maturidade e com grandes responsabilidades familiares e profissionais.






OBJETIVO





Realizar evento de impacto, objetivando mobilizar os seguimentos da sociedade civil, científica, e política para discussão sobre a


Síndrome Pós-Poliomielite em nosso País.





Que tipo de fisioterapia é a mais adequada para Síndrome Pós-Poliomielite?


Resposta:

"A fisioterapia para os pacientes com SPP deverá estar enfocada nas necessidades

que o mesmo apresenta, porém ressaltando que não se deve trabalhar

com atividades que causem estresse da musculatura, por exemplo os exercícios

resistidos, pois dessa forma o aparecimento da fadiga muscular seria inevitável.



O trabalho deve estar voltado para atividades que tenham por objetivo a manutenção

da amplitude de movimento (ADM), manutenção do endurance (resistência)

muscular (Nunca realizar atividades para fortalecimento da musculatura), melhora

ou manutenção da função cardiorespiratória,

melhora nas atividades de vida diária e, conseqüentemente, melhora

da qualidade de vida.



A hidroterapia é o carro chefe para o tratamento desses pacientes, uma

vez que o meio líquido, através dos seus princípios, físicos

irá proporcionar ao paciente uma maior liberdade de movimento, sem sobrecarga

articular. Porém, devemos estar atentos à função

cardiorespiratória. Para indivíduos com capacidade vital menor

do que 50% é contra indicado realizar sessões de hidroterapia,

pois sua musculatura respiratória não conseguirá vencer

a força da pressão hidrostática sobre a caixa torácica.



Mas a hidroterapia dará ao paciente com SPP uma sensação

prazerosa de liberdade, pois no meio líquido este terá maior independência

do que no solo, proporcionando assim um bem estar psicológico enorme

e auxiliando na sua reabilitação física."



A Professora Érika Christina da Conceição é coordenadora

da área de hidroterapia na UNIB/SP, especializada em doenças neuromusculares

pela Escola Paulista de Medicina/UNIFESP e pós-graduanda pela USP.



O papel da Hidroterapia na prevenção e no tratamento da SPP


A Hidroterapia (ou Fisioterapia Aquática) é o tratamento fisioterapêutico realizado em piscina aquecida de 32ºC a 34ºC, individual ou em grupo, e é utilizada no tratamento de diversas doenças, entre elas, a SPP. Representa um grupo de procedimentos que demandam a ação e interação do paciente, recrutando o sistema neuromuscular de maneira a alcançar suas disfunções físicas e incapacidades.

Quando se pensa em tratamento em piscina terapêutica é fundamental que o fisioterapeuta e o paciente conheçam a fisiopatologia (causa) da doença. Assim, sabendo-se que a teoria mais aceita atualmente para o desenvolvimento da SPP é o “super uso” dos neurônios motores, a hidroterapia tem papel fundamental em evitar a sobrecarga dessas células nervosas, que se encontram mais fragilizadas e susceptíveis à degeneração quando expostas aos fatores de estresse físico e mecânico, como por exemplo, aos exercícios mais intensos. Em outras palavras, utilizar os neurônios motores na medida certa é tentar prevenir a progressão dos novos sintomas da SPP, como a fraqueza muscular, fadiga, dores articulares e musculares e deformidades ósseas.

Não há na literatura científica, ainda, pesquisas que provem a ação da hidroterapia na prevenção da SPP. Na prática, entretanto, alguns pacientes sem diagnóstico de SPP, que realizam o tratamento de hidroterapia, relatam bem estar e negam o aparecimento dos novos sintomas.

Com um programa de tratamento de intensidade leve a moderada, que vise a manutenção da força muscular global, a amplitude de movimento articular, a flexibilidade muscular e condicionamento cardiorrespiratório, o paciente acaba encontrando nessa terapia uma forma agradável de se exercitar e de manter suas funções motoras do dia-a-dia, melhorando sua qualidade de vida. Não há restrições quanto ao uso das diversas técnicas existentes (Halliwick, Bad Ragaz, Watsu, Hidrocinesioterapia, Ai Chi, Pilates, etc), desde que o paciente esteja ciente de seus limites físicos e que o fisioterapeuta use o bom senso para não ultrapassá-los.

Uma das principais questões que o fisioterapeuta deve se preocupar são os sinais do supertreinamento após a atividade aquática, que são fadiga por mais de 24 horas após o exercício, cãibra e espasmo muscular. Além disso, outro fator que pode influenciar negativamente no sucesso da terapia é a baixa temperatura da água, uma vez que aproximadamente 50% dos sobreviventes da pólio apresentam o sintoma de Intolerância ao Frio, prejudicando a contração muscular e provocando fraqueza muscular, além de dor e posturas inadequadas durante as atividades.

Como contra-indicações estão os pacientes com problemas respiratórios mais graves (capacidade vital abaixo de 50%), lesões de pele infectadas e micoses no geral. O medo da água não é uma contra-indicação, pois o fisioterapeuta tem papel de adaptar esse paciente de forma gradativa e dar suporte por meio de flutuadores e bóias.

Portanto, a hidroterapia tem se mostrado uma das formas terapêuticas de maior êxito dentro da reabilitação para esses pacientes.


Fernanda Maggi

Especializada em Doenças Neuromusculares – UNIFESP

Especializada em Hidroterapia – UNICID

Fisioterapeuta do Ambulatório de SPP do setor de Doenças Neuromusculares (UNIFESP)

fermaggi@ig.com.br



O que É a SPP:
A SPP - Síndrome Pós-Póliomielite representa um conjunto de sintomas resultantes dos efeitos tardios da Poliomielite. Cerca de 70% das pessoas que ficaram com seqüelas da paralisia infantil apresentam sintomas como fraqueza muscular, tanto em músculos afetados previamente pela poliomielite como em partes que não foram acometidas; dor nos músculos e articulações; fadiga; intolerância ao frio; dificuldades respiratórias e problemas para dormir. Trata-se de uma condição de saúde ainda pouco conhecida pela Medicina e pelos próprios pacientes que, em inúmeros casos, acabam inexplicavelmente tendo suas atividades extremamente limitadas, em uma fase de plena maturidade e com grandes responsabilidades familiares e profissionais.



Tatiana Mesquita e Silva




Possui graduação em Fisioterapia pela Universidade São Judas Tadeu (2002). Atualmente é fisioterapeuta da Universidade Federal de São Paulo, professora da Universidade Ibirapuera nas áreas de neurologia e neuro-fisioterapeuta e Pediatria / Mestre do INSTITUTO DO SONO. Tem experiência na área de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, com ênfase em Fisioterapia, atuando principalmente nos seguintes temas: Síndrome pós poliomielite, hidroterapia, esclerose lateral amiotrófica, sono e Esclerose Múltipla.


2007 - 2009 Mestrado em Neurologia / Neurociências (Conceito CAPES 6) .



Universidade Federal de São Paulo, UNIFESP, Brasil.


Título: ANÁLISE DAS CARACTERÍSTICAS DO SONO EM PACIENTES COM SÍNDROME PÓS-Poliomielite, Ano de Obtenção: 2009.


Orientador: Acary Souza Bulle Oliveira.


Palavras-chave: SINDROME PÓS Poliomielite; SONO.


Grande área: Ciências da Saúde / Área: Medicina / Subárea: Neurologia.


Grande área: Ciências da Saúde / Área: Medicina / Subárea: Neurologia / Especialidade: Sono.


2003 - 2003 HIDROTERAPIA EM Especialização em Doenças Neuromusculares . (Carga Horária: 1200h).


Universidade Federal de São Paulo, UNIFESP, Brasil.


Título: PROTOCOLO DE TREINAMENTO DE TRONCO PARA PACIENTES COM SÍNDROME PÓS-Poliomielite.


Orientador: ABRAHÃO AUGUSTO QUADROS JUVINIANO.


1999 - 2002 Graduação em FISIOTERAPIA .


Universidade São Judas Tadeu, USJT, Brasil.







A Abraspp:
Associação Brasileira de Síndrome Pós-Poliomielite (www.abraspp.org.br), entidade sem fins lucrativos, foi criada por pacientes, familiares, médicos e profissionais de saúde como uma alternativa de apoio aos portadores de Síndrome Pós-Poliomielite (SPP) e para a difusão dos seus efeitos sobre os indivíduos. Sua missão é proporcionar apoio e atenção aos sobreviventes da Pólio, gerando ou incentivando a criação de suportes, soluções, conhecimento científico e equipamentos necessários para que os pacientes atinjam uma melhora na qualidade de vida e a reabilitação adequada, recuperando sua capacidade de contribuir socialmente.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009


simposio sobre SPP no idioma espanhol, muito bom video


Novo enderereço ABRASPP para Avaliação da Sídrome Pós-Poliomielite: Rua Estado de Israel,899 - Vila Clementino - Fone:11 5571 3324 - Das 9:00hs até as 12:00hs de segunda a sexta feira (Paralela com a Rua Borges Lagoa e Sena Madureira).
Mais um video sobre SPP


MODELO FOTOGRAFICO ROMPENDO BARREIRAS
VIDEO EM ALEMÃO


Departamento de Neurologia da Universidade Estadual de Nova York (SUNY) Upstate Medical University, 750 East Wacker Drive, 13210 Syracuse, NY, E.U.A.






Declaração Parecer Síndrome pós-pólio (PPS) é o termo usado para as novas manifestações finais, que ocorrem em pacientes com 30 a 40 anos após a ocorrência de poliomielite aguda. PPS tem sido reconhecida há mais de 100 anos, mas é mais comum na atualidade, devido à grande epidemia de poliomielite em 1940 e 1950. PPS manifesta-se por manifestações neurológicas, músculo-esquelético, e em geral. Manifestações neurológicas incluem nova fraqueza, atrofia muscular, disfagia, disfonia, e insuficiência respiratória. Manifestações músculo-esqueléticas incluem dores musculares, dor nas articulações, espondilose vertebral e escoliose, e de raízes secundárias e compressão do nervo periférico. Manifestações gerais incluem fadiga generalizada e intolerância ao frio. Nova fraqueza muscular de grau leve a moderado responde bem a um programa de exercícios nonfatiguing e ritmo de atividade com períodos de descanso para evitar o uso excessivo do músculo. Fadiga generalizada pode ser tratada com a conservação de energia e programas de perda de peso e órteses de membros inferiores. Agentes farmacológicos também podem ser úteis, mas não têm sido benéficas em ensaios controlados. Bulbar fraqueza muscular inclui disfagia, disfonia, perturbações do sono, e insuficiência respiratória crônica. A disfagia pode ser melhorado com instruções sobre técnicas compensatórias de deglutição. A disfonia é tratado com terapia de voz exercício e aparelhos de amplificação de voz. Distúrbios do sono são tratados de modo semelhante aos distúrbios do sono em pacientes não-PPS. A insuficiência respiratória pode ser tratada com pressão positiva contínua nas vias aéreas com dois níveis de pressão positiva e ventilação nasal ou traqueostomia e ventilação permanente, se necessário. Osteomusculares (músculo e articulação) é tratada com a perda de peso, ritmo de atividades, o uso de dispositivos de assistência e prescrição de medicamentos anti-inflamatórios e técnicas de fisioterapia. Condicionamento cardiopulmonar pode ser melhorada sem o uso excessivo do músculo com ciclo ergômetro de braço ou de exercício ou exercícios aquáticos dinâmicos.

PRIMEIRA VACINA

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NEUROMUSCULAR EM SÃO PAULO

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