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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

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Revista aborda comunicação para surdos

27/01/2014
Publicação Nossa Voz é produzida pela FatoPositivo para o Conselho Regional de Fonoaudiologia

A nova edição da Revista Nossa Voz, produzida pela FatoPositivo – Agência de Comunicação , traz duas reportagens sobre Comunicação e o trabalho que vem sendo desenvolvido por fonoaudiólogos gaúchos, visando à inserção e melhor qualidade de vida da comunidade surda.

A primeira reportagem aborda ‘A língua dos sinais’, linguagem que a cada dia ganha maior espaço e compreensão da comunidade em geral. A segunda trata de implante coclear, popularmente chamado de ‘ouvido biônico’. A matéria mostra que mais de 300 pacientes são acompanhados pelo Hospital de Clínicas de Porto Alegre, que realiza, em média, duas cirurgias por semana para a colocação desse tipo de implante.

Fonte: coletiva.net


Acessibilidade pede mais do que simples adaptações, precisa de projetos, diz Damien Hazard

27/01/2014
Brasileiros com deficiência já conseguiram quebrar a invisibilidade, mas ainda não venceram o problema da acessibilidade. A afirmação é de Damien Hazard, integrante da Organização VidaBrasil e da Abong – Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais.

De acordo com Hazard, que participou na manhã de sábado (25) do painel Cidades, Mobilidade e Inclusão Social, realizado no Mezanino do Salão de Atos da UFRGS, as políticas públicas para as pessoas com deficiência atravessam uma situação de abandono há séculos. Criadas no século XIX, as instituições para pessoas com deficiência se multiplicaram no século XX. Tratavam-se, segundo Hazard, de espaços especializados para pessoas com deficiência, que as recolhiam – uma vez abandonadas - e as colocavam dentro de espaços fechados, sem mobilidade. “Na verdade, era uma política de segregação social. E a gente ainda vive sob o domínio dessa política de segregação espacial”, explicou.

Quando essas instituições, no Século XX, começaram a pensar em incluir o atendimento às pessoas com deficiência, prestando assistência social, assistência em saúde, educação e lazer, começou a haver uma política de integração. Essa nova forma de atendimento tenta qualificá-las ao máximo para que se integrem à sociedade. Trata-se do processo da inclusão, segundo Hazard.

Nos anos 1980, no Brasil, com a legislação da pessoa com deficiência, começaram a existir as primeiras organizações de pessoas com deficiência, e não somente para essas pessoas. No Rio de Janeiro, na Bahia, no Rio Grande do Sul, essas organizações passaram a recusar a lógica vigente, que era a do modelo médico da deficiência.

Na época, o entendimento (modelo médico) era de que, se uma pessoa não consegue se integrar na sociedade, é porque ela tem uma deficiência - e então está em desvantagem. “Era uma relação de causa e efeito, que responsabilizava essa desvantagem pela deficiência da pessoa. Mas o modelo médico começou a ser contestado pelas novas instituições, que passaram a propor um modelo social, cidadão”, explica o integrante da Abong. Segundo ele, a nova proposta dizia assim: se a gente não consegue se relacionar com a cidade como cidadão, é porque a deficiência é da cidade, não da gente. Portanto, uma lógica inversa, que em vez do modelo da integração, sugere o da inclusão, no qual o que deve ser mudado é o espaço social das pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida (inclui a pessoa idosa).


24% dos brasileiros possuem algum tipo de deficiência

O censo brasileiro de 2000 incluiu, pela primeira vez, uma pergunta sobre a pessoa com deficiência. Em 2010, o censo apontou que 24% da população brasileira apresentava algum tipo de deficiência – física, sensorial ou intelectual. Ou seja, um em cada quatro brasileiros. Deste contingente de pessoas, o censo apontou deficiências em 1/3 de mulheres negras; em 70% das pessoas acima de 65 anos; residentes especialmente na região Nordeste do País, e na no Norte. Juntas, as duas regiões somam mais de ¼ da população brasileira. “Não dá para considerar que a acessibilidade seja problema de uma minoria”, apontou Damien.

A nova abordagem das pessoas com deficiência foi então mudar a sociedade, tornando os lugares mais acessíveis - a acessibilidade permeia todos os direitos das pessoas. “Acreditamos, na nossa organização, que é preciso acrescentar três aspectos na acessibilidade e mobilidade: o ideológico, a dimensão política e a dimensão técnico-vocacional. Acreditamos que todos os novos conceitos que surgiram com o impulso das próprias pessoas com deficiência formaram uma base muito sólida para repensar as leis do ponto de vista da inclusão na sociedade”, afirmou Hazard.

Muitos instrumentos políticos nesse sentido surgiram, principalmente, nos 10 últimos anos. Hazard citou, como exemplo, a Libras – Língua Brasileira de Sinais - usada pelas pessoas com deficiência auditiva, que hoje é a segunda língua nacional. “Surdos do mundo inteiro olham para o Brasil e dão os parabéns”, disse. Entretanto, existem ainda muitos problemas de acesso nos espaços públicos. “Pensar a acessibilidade é pensar além de uma adaptaçãozinha. A gente precisa projetar de forma acessível”, afirmou Damien.

Por Ana Rita Marini

Fonte: Fórum Social
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Vera Cruz adquire veículo adaptado para cadeirantes

27/01/2014
Kombi transportará portadores de necessidades especiais com mais respeito, dignidade e humanização

A partir desta segunda-feira, 27, os portadores de necessidades especiais do município de Vera Cruz serão transportados com veículo automotor adaptado para cadeirantes. O utilitário, uma Kombi zero quilômetro, foi adquirida pela Prefeitura ao custo de R$ 74.400,00 e será direcionada para o Centro de Atendimento Especializado (C-ame). O espaço atende mais de cem crianças e jovens ao mês, mas já ultrapassam 600 menores cadastrados no serviço. Além do C-ame, o veículo atenderá demais demandas das secretarias municipais de Saúde e de Desenvolvimento Social.

O avanço na política pública de acessibilidade foi possível através de convênio firmado com o Ministério Público Federal. O Município se inscreveu no edital, apresentou projeto técnico e teve a contemplação. A inscrição no programa se deu pelo interesse do Setor de Projetos e da direção do C-ame que viu na oportunidade uma lacuna para suprir a demanda da instituição. "Estamos muito felizes com a conquista, que contribui na vida dos usuários e economiza recursos para a Prefeitura", avalia Íris Ziani.

O veículo possui capacidade para 9 ocupantes incluindo o motorista, elevador semiautomático com nivelador sendo operado por controle remoto; conjunto de cintos fixadores para a cadeira e o cadeirante, capacidade de elevação de 250 quilos e as normas veiculares seguem o padrão do Ministério da Saúde. Na prática, o cadeirante entra no elevador e é inserido na Kombi sem a necessidade de toque ou contato, proporcionando mais respeito e dignidade na acolhida e no atendimento.

Para a coordenadora do C-ame, Fabiana Borowsky, será de extrema valia o utilitário tendo em vista a necessidade atual. “Temos avançado muito nesta política de acessibilidade, com adequações em prédios públicos e serviço mais humanizado. Esta Kombi se soma a um leque de iniciativas”, diz a psicóloga. A prefeita Rosane Petry (PP) elogiou a iniciativa do C-ame para captação do recurso e diz que avanços como este evidenciam a preocupação do poder público com os portadores de necessidades especiais.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Vera Cruz

Fonte: /index.php?id=externo&link=http://www.gaz.com.br/


Acessibilidade é entrave ao receptivo de turistas

27/01/2014
Poucos estabelecimentos possuem estrutura e equipamentos para receber pessoas portadoras de deficiência ou mobilidade reduzida

Adriana Lampert

Às vésperas da Copa do Mundo no Brasil, pelo menos um aspecto ainda exige mudanças urgentes no trade turístico: a acessibilidade nos espaços públicos e privados. Poucos empresários do setor se deram conta do potencial de mercado quando o assunto é melhor atender portadores de deficiências físicas, auditivas ou visuais. O nicho de pessoas com mobilidade reduzida – que ainda inclui gestantes, idosos, obesos e anões –, ocupa o terceiro lugar no turismo em todo o mundo. Algumas delas devem desembarcar no País em junho deste ano, e outras durante os Jogos Paralímpicos de Verão, que ocorrerão em setembro de 2016 no Rio de Janeiro.

“Será uma vergonha”, sentencia a vice-presidente do Conselho Municipal dos Direitos das Pessoas com Deficiência (Condefi) da cidade paulista de Santos, Célia Regina Saldanha Diniz. Cadeirante desde os dois anos de idade, a dirigente, que também é funcionária pública municipal, hoje com 49 anos, critica diversos serviços turísticos, desde a aviação até a rede hoteleira. “Como receber um avião cheio de cadeirantes (referindo-se aos paratletas que virão disputar os jogos de 2016), se, nos aeroportos, em situações cotidianas, a presença de um ou dois passageiros já causa diversos constrangimentos?”, questiona.

Célia refere-se ao fato de que poucos desses empreendimentos e companhias aéreas no Brasil possuem o ambulist, elevador de embarque e desembarque para deficientes ou pessoas com mobilidade reduzida. “Eu viajo muito, e, cada vez que chego a um aeroporto, é um ‘perrengue’ diferente. Eu não posso ter pressa, e me nego a embarcar e desembarcar no colo de alguém desde a última vez que, com a escada do avião molhada porque estava chovendo, quase me derrubaram”, ilustra a funcionária pública. “Tenho uma amiga cega, que, certa vez, para ser ‘auxiliada’ na descida da aeronave, foi literalmente puxada pela bengala – que é, na prática, o olho dela! Isso não é digno, não é decente. É muito difícil”, desabafa a dirigente.

Dados do Ministério do Turismo (MTur) apontam que, somente no Brasil, existem 45 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência ou mobilidade reduzida. E com alguns direitos básicos, conquistados após anos de luta (como acesso à educação e ao sistema de saúde), agora os portadores de necessidades especiais querem poder viajar, fazer esporte e ter momentos de lazer com as mesmas vantagens que qualquer outra pessoa, aponta o coordenador geral do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Conade), Jorge Amaro de Souza.

“Nos últimos anos, dados do Ministério da Educação mostram que o número de pessoas com alguma deficiência aumentou em 900% no Ensino Superior”, mensura Souza. Ele destaca que este nicho – ao contrário do que alguns empresários pensam – é formado por um público de diversas classes sociais e que representa uma boa parte dos turistas que circulam em solo nacional. E, com melhor infraestrutura, este volume pode aumentar, gerando lucro para as empresas que apostarem no investimento em estrutura e equipamentos acessíveis.

“Algumas redes hoteleiras já começaram a se dar conta que essas pessoas também fazem turismo e que um portador de deficiência nunca viaja sozinho, sempre terá pelo menos um acompanhante”, ressalta o coordenador do Conade. Segundo Souza, o investimento em acessibilidade não é caro, quando feito no início de uma obra. “Representa 2% a 5% do total da construção, é um recurso que volta muito rápido”, garante.

“O investimento que se faz para tornar um estabelecimento acessível, se paga muitas vezes somente com a divulgação espontânea na mídia e com a repercussão entre os hóspedes. As pessoas gostam e indicam”, concorda o diretor do Villa Bela Hotel Conceito, Roger José Bacchi, que recentemente teve a hospedagem reconhecida pelo I Prêmio Inovação do Turismo RS (promovido pelo governo do Estado), na categoria Infraestrutura para Portadores de Deficiência – Acessibilidade Universal.

MTur lança campanha nacional para mobilizar empreendedores a melhorarem o trade

Com o objetivo de mobilizar o setor e alertar viajantes com deficiências sobre seus direitos em atividades relacionadas ao turismo, o MTur lançou recentemente uma campanha (com o slogan Turismo Acessível – Um Brasil onde todos podem viajar) que apresenta as dificuldades vividas por pessoas com deficiência auditiva, visual, motora e intelectual em atividades relacionadas ao setor turístico. A ação do Ministério é realizada em parceria com a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República e o Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Conade). Direcionada às empresas do trade, busca informar gestores e funcionários para que saibam como agir e melhor receber o segmento.

De acordo com o secretário de Políticas de Turismo do órgão federal, Vinicius Lummertz, a ideia inclui capacitar também aqueles empresários que já apostam suas fichas na implementação de infraestrutura adequada e na compra de equipamentos que ajudem a independência dos portadores de necessidades especiais, tanto no deslocamento quanto no desfrute dos serviços.

Em 2013, o governo federal ainda disponibilizou R$ 98 milhões em obras de infraestrutura para acessibilidade nas 12 cidades-sede da Copa do Mundo. Também estão sendo qualificados 8 mil profissionais no mercado, para atender melhor ao segmento de deficientes e pessoas com mobilidade reduzida. “Queremos multiplicar o conhecimento. Para isso, fizemos um manual que ensina o caminho que o setor deve trilhar e ainda divulga os destinos que estão apostando nessa ideia”, diz.

Lummertz ressalta que a complexidade da acessibilidade presente em “uma cidade inteira”, inicia-se desde a hora do desembarque do turista, passando pelo transporte de carro ou ônibus, pelas calçadas e entradas de prédios até o banheiro do quarto do hotel. “Meia acessibilidade pode ser cruel”, avalia o secretário do MTur, ao dar o exemplo hipotético de um deficiente visual ou motor caminhando por uma rua acessível que chegue em um estabelecimento onde “tudo complique”.

Mas a realidade é ainda pior. “Eu não encontro nenhum lugar onde se possa caminhar tranquilamente nas calçadas – as principais capitais não têm acessibilidade, no máximo meia dúzia de rampas e pisos táteis que vão do nada a lugar nenhum”, dispara a fonoaudióloga Naira Rodrigues Gaspar, de 44 anos. “Certa vez, em Curitiba, que é lotada de pedras portuguesas na calçada, tive que usar uma ciclovia para me deslocar levando as malas até o hotel – imagine o transtorno!”, observa Naira.

A situação não melhorou quando ela chegou na hospedagem: teve de entrar pela garagem, única alternativa, além da escadaria “enorme” na entrada do estabelecimento. “E o quarto, dito adaptado, tinha um banheiro que alagava, e sequer havia uma tomada na parede”, conta a fonoaudióloga, apontando que ainda “há desleixo e discriminação” em relação aos turistas com necessidades especiais.

Cidades gaúchas investem em estrutura acessível

Graças ao posto de cidade-sede da Copa do Mundo, que ocorrerá em junho, a Capital gaúcha está entre as beneficiadas com recursos do MTur para investir em acessibilidade. Serão injetados R$ 4,8 milhões a partir de março. O primeiro trecho a ser contemplado será o Caminho do Gol, que vai do Largo Glênio Peres até o estádio Beira-Rio.

“Este deve ficar pronto até a Copa”, garante a coordenadora de Planejamento da Secretaria Municipal de Turismo (SMTur), Maria Helena Müller. Segundo ela, neste trajeto serão inseridas rampas, rebaixamentos de calçadas, sinaleiras sonoras, pisos táteis e outras soluções técnicas. Mas a ideia é que, até o final do ano, outras regiões de Porto Alegre recebam a mesma infraestrutura, entre elas, o Centro Histórico, os bairros Moinhos de Vento e Cidade Baixa, o Parque Farroupilha e o acesso ao terminal hidroviário.

Para a coordenadora de Planejamento da SMTur, esse aspecto é “um caminho sem volta” para os destinos que quiserem ampliar o número de turistas. “Acho que é uma tendência”, diz Maria Helena, que acredita que a maioria dos empresários do setor privado já está “assimilando” a ideia. “Temos registro de que 56% dos hotéis cadastrados na SMTur possuem no mínimo uma unidade para deficientes”, alega.

O proprietário do Villa Bela, Roger José Bacchi, adverte que investir em acessibilidade vai além de quartos adaptados. É preciso uma estrutura com mobilidade universal na entrada do hotel, na recepção, no restaurante, na piscina, enfim, em todos os ambientes do estabelecimento. “E os municípios também precisam investir nesse sentido”, ressalta Bacchi.

Na cidade onde o Villa Bela está localizado, em Gramado, o poder público começa a planejar melhorias. A prefeitura desenvolveu um projeto que tem como objetivo transformar Gramado em um destino totalmente acessível a todas as pessoas com necessidades especiais. A busca de recursos para essa iniciativa foi solicitada em Brasília. “Nossa meta é tornar o município referência nacional em acessibilidade no turismo”, afirma o prefeito Nestor Tissot. (AL).

Fonte: Jornal do Comércio

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