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quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Morre a mulher que viveu 61 anos dentro de um tubo de ferro após ter poliomielite | Jornal Ciência

Morre a mulher que viveu 61 anos dentro de um tubo de ferro após ter poliomielite | Jornal Ciência

Morre a mulher que viveu 61 anos dentro de um tubo de ferro após ter poliomielite


A americana viveu 61 anos dentro de um tubo de ferro para conseguir respirar.
Martha Mason estava imóvel dentro de um tubo apelidado de “pulmão de ferro”, que funcionava como uma espécie de ventilador, aumentando e diminuindo a pressão do ar para expandir e contrair seus pulmões. Isso foi necessário após perder completamente a força de seus músculos.
Ela permanecia deitada 24h do dia em um cilindro de ferro com 2,3 metros de comprimento e com peso total de 800 kg. Apenas a cabeça ficava voltada para o lado externo.
Ela ficou completamente paralisada aos 11 anos após sofrer de poliomielite, doença que também matou seu irmão Gaston.
Após seu irmão ter sido enterrado, ela comenta que começou a desenvolver os sintomas, mas escondeu tudo de seus pais para evitar que eles tivessem ainda mais preocupações.
Em seu livro chamado “Breath: Life in the Rhythm of na Iron Lung”, que foi escrito graças a um software de reconhecimento de voz, ela afirma que sabia que tinha contraído a doença, mas decidiu não contar para ninguém.
  Ela afirmava que não pensava em nenhum momento sofre sua condição porque tudo havia se tornado muito normal e fazia parte de sua vida. Apesar da sua situação debilitante, ela se formou no colegial.
A máquina tornou-se seu diafragma: “Existem outros métodos de ventilação, mas eu escolhi este”, disse.
  Apesar de ficar permanentemente na horizontal, ela optou por ficar na máquina por sentir que ela lhe dava liberdade. O pulmão de ferro permitia que ela respirasse sem a incisão de tubos em sua garganta ou a necessidade de internação hospitalar.
  Um de seus amigos escreveu uma crônica sobre sua vida:
Ela viveu nesta máquina salva-vidas mais do que qualquer outra pessoa no mundo. No início, a imagem e o som do pulmão de ferro foram distraindo o chocante, mas logo depois de conversar com Martha, o maciço cilindro de metal tornou-se irrelevante, pois foi tão largamente ultrapassado por seu espírito.
Ela me disse que sobreviveu por muitos anos – enquanto tantos outros com a mesma doença morreram. Causa do cuidado excepcional que recebeu de seus pais e da comunidade e porque ela sempre foi impulsionada a aprender”.
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